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29/07/2015

POR QUÊ VOCÊ ESTÁ NA UMBANDA ?

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"Estou na Umbanda porque estou doente" - Saia da Umbanda Irmão! A Umbanda não vende Curas, procure um Hospital.
"Estou na Umbanda porque é minha missão" - Saia da Umbanda Irmão! A Umbanda assim como a espiritualidade respeita o livre arbítrio, não se sinta obrigado a nada.
"Estou na Umbanda porque estou desempregado" - Saia da Umbanda Irmão! A umbanda não vende promessas de prosperidade, pois o ganho material nada soma a espiritualidade, procure uma agência de Empregos.
"Estou na Umbanda porque Minhas Entidades fecharam meus caminhos" - Saia da Umbanda Irmão! Entidade de Umbanda que trabalha na Luz não fecha o caminho de ninguém, muito menos de seu aparelho de ação, aceite suas imperfeições!
"Estou na Umbanda porque Tenho Mediunidade Forte" - Saia da Umbanda Irmão! A Umbanda não é competição do mais forte ou fraco, mediunidade não tem medida, o que te motiva é a simples vaidade e cegueira por poder, Procure um Circo!
"Estou na Umbanda porque Tenho Karma" - Saia da Umbanda Irmão! A Umbanda não lhe dará quitação kármica, quem faz isso são suas ações fora da Umbanda, Procure um voluntariado, orfanato, asilo enfim uma forma de ajudar que terá mais êxito.
"Estou na Umbanda porque Pessoas precisam de minha ajuda" - Saia da Umbanda Irmão! Você é apenas mais um médium, você não tem poderes mágicos, na Umbanda só existe tarefeiros e trabalhadores. Você está motivado pelo deslumbramento não pela caridade
"Estou na Umbanda porque quero ajudar o próximo" - FIQUE da Umbanda Irmão! A Umbanda é uma religião que prega somente ajudar o próximo, se sua motivação é a caridade Parabéns, se no decorrer do caminho receber uma cura, emprego, menos karma são os bônus do trabalho mediúnico e não seu principal propósito.
‪#‎Luiz                  (PÉROLAS DA MACUMBA)

04/07/2015

O PODER DA GENEROSIDADE....

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Embora seja religiosa e espiritualizada, meu texto não é voltado unicamente às pessoas com fé religiosa. Meu texto é humanístico. Hoje, gostaria de falar sobre a generosidade, inclusive para com a gente mesmo.
Quantas vezes não somos compreensivos com os outros e intolerantes conosco? O inverso também pode ocorrer. Podemos aceitar todos os nossos defeitos sem tentar minimizá-los e a menor falha no outro torna-se um pecado mortal.
Precisamos exercer a generosidade independente do credo que temos, independente de termos algum credo. Mas o que significa ser generoso? Pagar o dízimo e cumprir com os deveres sociais como pagar os impostos e respeitar as leis de trânsito? Sim, respeitar as leis e contribuir com a congregação na qual fazemos parte são atitudes louváveis. Mas a generosidade vai muito além da honestidade, da retidão de caráter, do senso de dever.
Ser honesto ou correto é cumprir as leis, não lesar os direitos alheios, honrar compromissos, não quebrar a palavra. Comprei? Pago. Prometi? Cumpro. Marquei um horário? Eu o respeito. E por aí vai.
Ser generoso é um pouco mais profundo e complexo. Ser generoso é fazer aquilo que você não tem o dever legal de fazer , mas faz mesmo assim para ajudar, para ver o outro mais feliz. Sou obrigada por lei a respeitar o sinal vermelho e a pagar pelos produtos que coloco na cesta do supermercado. Não sou obrigada por lei a dizer bom dia quando entro no elevador ou falar uma palavra de consolo a alguém que sofre.
Mas se sou generoso, sinto que preciso tomar tais atitudes. Sinto que ser gentil, prestativo, delicado com os sentimentos alheios fazem parte das minhas obrigações morais . Não pagarei nenhuma multa nem serei presa se eu for a pessoa mais indiferente do mundo, mas estou perdendo a oportunidade de melhorar a vida das pessoas e por consequência a minha mesma.
Pode soar como exagerado, mas o sorriso que damos a alguém pode ser o único gesto de gentileza que esta pessoa vai receber durante o dia inteiro. Falamos muito sobre a miséria física. Mas existem milhões de pessoas esfomeadas e morrendo de frio em confortáveis apartamentos, onde é possível fazer várias refeições diárias. Não desmereço a dor de quem dorme nas ruas ou passa fome. Ver um mendigo revirando o lixo ou dormindo ao relento numa noite fria é uma das imagens mais dolorosas que vejo. Mas hoje quero me centrar na fome de afeto, no frio daqueles que carecem de um gesto de carinho.
Principalmente nos grandes centros urbanos muitas pessoas vivem isoladas, indo do trabalho para casa, sem ter com quem conversar sobre seus problemas. Outras pessoas vivem acompanhadas, mas não são compreendidas pelos familiares e se sentem tão solitárias quanto pessoas que vivem sozinhas.
Nunca duvide do poder de um abraço forte, de uma palavra de carinho, de um sorriso gentil. Nunca duvide da força de um olhar terno, de um elogio sincero. Nunca duvide que um bom dia carinhoso pode iluminar o dia do outro e que de um jeito ou de outro, cada um está lutando contra seus fantasmas.
Seja o copo meio cheio. Seja a lâmpada que se acende. A ideia inusitada. A nota de cinquenta reais encontrada no bolso de uma jaqueta. Seja o convite para um vinho numa noite fria. Enfim, seja o lado bom da vida de quem passa por você, mas sempre respeitando seus limites e sentimentos. Ninguém é obrigado a se sujeitar passivamente a quem nos machuca deliberadamente. Ser bom não é o mesmo que ser bobo. Ser bom inclui amar a nós mesmos.

___
Escrito por Sílvia Marques – Via Obvious

09/04/2015

O MEDO DE PERDER ALGUÉM.....

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O


As imagens que escolheu sugerem que a partir de uma idade muito precoce, você tem sido uma pessoa muito emotiva. Você amadureceu rápido, e percebeu que as pessoas, às vezes, podem se machucar. Essa percepção fez você se preocupar com as pessoas próximas a você, e esse medo de perder alguém querido tem crescido à medida que amadurece.
Seu pensamento está constantemente criando cenários de desastres e novas tragédias que afetam você e sua família. Ele também diz que você deve fazer algo para salvar as pessoas que estão próximas a você.
Essa sua preocupação em cuidar dos outros lhe afeta, deixando-o angustiado e aflito. Não há nenhuma maneira real para impedir alguns acontecimentos que são inevitáveis, em vez de se preocupar, você poderia tentar canalizar esses sentimentos em algo positivo. Por exemplo: Tratar as pessoas em sua vida com muito amor e carinho, sem sobrecarregá-los com cuidados extremos, mostrar-lhes que você os ama e que você aprecia estarem em sua vida. sabemos que você tem um coração maior do que a maioria das pessoas e sobra-lhe espaço para fazer o bem, por isso é tão raro pessoas como você. Apenas tente não tornar essa doação de cuidados algo demasiado dolorido. Saiba: é ainda mais triste o terror de estragar pelo excesso, do que o medo de perder pelo inesperado.


                                                                                       (fÃS DA pSICANALISE)

30/10/2014

Calma na Alma

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"A vida é um filme e é você quem ta no meio, sem luz, sem câmera e ação e claro sem roteiro, por mais difícil que esteja persista, insista, seu papel de figurante seja o protagonista, tem que saber perder, tem que saber jogar, foco força fé e o jogo vai virar. Pessoas falam muito, não fazem metade, não existe o impossível existe força de vontade!"




10/09/2014

CARIDADE...

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Existe uma distância, enorme, entre a palavra “CARIDADE” e a ação, real, de caridade. A palavra “CARIDADE” é muito usada como desculpa para aliviar o peso na consciência, ou se fazer de coitado, vítima da vida. Outros usam a “CARIDADE” para justificar sua pretensa bondade, sua salvação, e até como vaidade, ela é muito usada. Será que se faz tanta caridade quanto se fala de caridade? Aqueles que dizem fazer caridade têm ideia do sentido mais profundo da palavra?
Na Umbanda, todos dizem fazer a caridade e, quando pedimos para explicar que caridade é esta, ouvimos os conceitos mais variados. Muitos dizem fazer a caridade para seus próprios Guias, para que estes evoluam, o que é uma inversão completa de papel: acreditar que o médium deve trabalhar incorporado, ceder seu corpo, para que seus mentores espirituais possam evoluir! Neste contexto, encontramos médiuns que acreditam estar fazendo “o favor” de frequentar uma Tenda de Umbanda e incorporar espíritos. Trabalham de má vontade, trabalham por obrigação, porque fazendo esta caridade estão comprando um “terreninho” na Aruanda. Fazem esta caridade de incorporar espíritos para saldar suas dívidas, para “limpar” ou “queimar”seu carma. São tão caridosos que, com muito custo e dificuldade, abandonam suas atividades fúteis para vestir o papel de bons samaritanos, juntando fileiras de preguiçosos que acreditam já fazer demais só por ir uma vez na semana ao Terreiro, incorporar e atender com seus Guias. Justificam sua falta de doutrina, sua falta de estudos, sua letargia cultural, alegando que não precisam saber de nada, pois seus Guias sabem de tudo.
A única coisa que precisam fazer é esta caridade. Que caridade é esta?
Outros, em nome da caridade, se deixam explorar apenas para se fazerem de coitados, de vítimas da vida; são como crianças que desejam estar doentes para ter a atenção dos pais. Afirmam que seus Guias ajudam a todos, menos a eles mesmos. Vivem falando da ingratidão alheia e que esta é a moeda pela qual se paga sua preciosa caridade. Se orgulham de não ter nada e, se vivem mal, às vezes na sujeira, chamam isso de humildade.
Sua caridade é a única coisa que sobrou para chamarem a atenção alheia. Querem ser tratados como coitados que tudo fazem para ajudar sem aceitar nenhum tostão, frase que vivem repetindo como papagaios: dar de graça, o que recebemos de graça. E logo emendam que o preço da caridade é ingratidão, já que sua caridade não é um fim em si, mas sim um meio para alcançar algo. Neste caso, esperam que o outro se sinta em dívida para consigo, estes mesmos a quem ele diz ter feito “caridade”. E se não recebem o reconhecimento, logo passam a praguejar as mesmas pessoas que afirmam ter ajudado tanto.
Existem os tais caridosos, sacerdotes e dirigentes, que pagam todas as contas e despesas do Terreiro sozinhos. Não ensinam a seus médiuns o valor sagrado da colaboração e manutenção de um templo. Postura cômoda destes dirigentes, que usam esta condição para tratar mal as pessoas, humilhar e expor ao ridículo seus médiuns, quando estes não lhes agradam. Dizem aceitar a todos os médiuns, dizem que o Pai ou a Mãe não pode escolher os filhos, devem aceitar a todos que chegam, porque esta é sua caridade, mas, às escondidas e até abertamente, falam mal dos mesmos filhos, ironizam e desdenham, dizendo que médium é assim mesmo, só serve para dar desgosto.
Na época de Kardec, o Catolicismo afirmava que: “Fora da Igreja não há salvação” e, por isso, Kardec afirmava que: “Fora da caridade não há salvação”. O Caboclo das Sete Encruzilhadas define a Umbanda como: “A manifestação do espírito para a prática da caridade”. Mas o que é esta caridade?
Muitos dizem que é “dar de graça, o que recebeu de graça”, mas ao mesmo tempo usam esta mesma frase para atacar tudo que acreditam não estar de acordo com a sua caridade.  A caridade é uma virtude e “a virtude nunca espera recompensa”. A virtude não é um meio para se alcançar algo; virtude é um fim em si mesma, virtude é uma qualidade. Quem tem a virtude de fazer o Bem, faz por prazer puro e simples.  Qualquer interesse anula automaticamente o benefício da caridade. Jesus dizia que “os últimos serão os primeiros a entrar no Reino”. E logo surgem aqueles que se esforçam para ser os últimos com o único interesse de ser o primeiro.  Os últimos são os desapegados de qualquer resultado. O apego ao desapego continua sendo apego e estes “últimos”, forjados, nunca serão os primeiros.
A caridade é o resultado de uma ação fundamentada no amor e na verdade, com total desapego de resultado ou julgamento.

CARIDADE E A LENDA DE BODHIDARMA
Conta-se que um homem conhecido como Bodhidarma foi quem levou o Budismo zen (chan, dhiana) da Índia para a China. Ao chegar na China, já havia inúmeros templos dedicados ao budismo. Como sua fama o precedeu, Bodhidarma foi chamado na presença do imperador Wu.
O imperador afirmou ter construído muitos templos e apoiado o budismo durante anos e, então, perguntou ao Bodhidarma qual mérito ele havia alcançado por fazer tantas obras em nome do Budismo. A resposta foi que o imperador não alcançou mérito algum, pois tudo fez por puro interesse de mérito.
Alguns autores afirmam que o imperador teria perguntado se, com isso, ele iria para o “céu”, e Bodhidarma teria respondido que não, que ele iria para o “inferno”, pois suas ações foram motivadas por interesse e não por virtude.  O imperador acreditava ter feito muita caridade. De fato, ele ajudou, e muito, o crescimento do Budismo, o que era visto por muitos como caridade. No entanto, nossas ações não são moeda de troca para se alcançar um estado elevado de consciência, o céu ou a luz.  Ajudar ao próximo é bom, mas nem sempre quem ajuda tem paz para si mesmo. Ajudar ao próximo é muito importante, mas ajudar a si mesmo é fundamental.
A maior caridade é o despertar para a verdade maior; a maior caridade é tomar consciência de quem somos; a maior caridade é a autorrealização.

Ninguém pode dar o que não tem. A caridade real só existe quando praticada com desapego, virtude, amor, verdade e isenção de julgamento. Dar coisas ou dinheiro aos outros pode ajudar, dar comida é importante, dar atenção é essencial, mas dar amor é divino. Em grego, a palavra caridade (caritas) é uma forma de amor. Amor é algo que, quanto mais se dá, mais ainda vamos ter. Por isso, um koan budista diz que, para quem tem um cajado, outro lhe será dado e, daquele que nada tem, mais lhe será tirado. O que quer dizer que, se você não ama o que tem, até isso lhe será tirado, mas para quem ama o que tem, mais ainda lhe será dado. E é aqui, e apenas aqui, que vale a sentença de que “é dando que se recebe”.
Sem amor e verdade, não existe caridade. Não adianta nem fazer caras e bocas de santo, não adianta vestir a pele de cordeiro, não adianta chorar e fazer voz de criança, muito menos assumir o papel do moralista. A verdade é muito maior do que todas as nossas desculpas, medos, fraquezas e expectativas.
Bodhidarma era um homem forte, de aspecto quase rude. Foi ele quem trouxe a arte marcial para o templo shaolim, o Kung-fu. Era filho de um rei no sul da Índia e já havia renunciado ao reino de seu pai em busca da verdade.  Ele não agia para agradar às pessoas e não podia ser comprado. Era um virtuoso nato como o próprio Buda (Sidharta Gautama).  A lenda diz ainda que o imperador seguiu Bodhidarma para ser instruído e iniciado no caminho zen. Por meio da meditação, o imperador alcançou a paz almejada. Esta paz, por si só, é o céu tão esperado e que pode ser vivido em qualquer lugar do espaço e do tempo.

21/08/2014

TODOS OS DONS

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Narra uma lenda que um homem entrou em uma loja e se aproximou do balcão.
Quem estava a atender era uma criatura maravilhosa.
Tão bela que parecia uma fada,
dessas saídas de um conto infantil.
O homem olhou para os lados e perguntou:
O que é que você tem para vender?
Com um sorriso lindo, a jovem respondeu:
Todos os dons.
O homem arregalou os olhos, manifestando interesse,
e quis saber qual era o preço.
Seria muito caro?
Não, foi a resposta.
Aqui, nesta loja, tudo é de graça.
Ele olhou, maravilhado, jarros cheios de amor, vidros repletos de fé,
pacotes de esperança e caixinhas de sabedoria.
Resolveu fazer o seu pedido:
Por favor, quero muito amor, um vidro de fé,
bastante felicidade para mim e toda a minha família.
Com presteza, a moça preparou tudo e lhe entregou um embrulho
muito pequeno, que cabia na sua mão.
O homem se mostrou surpreso e perguntou outra vez:
Será possível? Está tudo aqui mesmo?
É tão pequeno o embrulho!
Sorrindo sempre, a jovem falou:
Meu querido amigo, nesta loja, onde temos todos os dons,
não vendemos frutos. Concedemos apenas as sementes.
As sementes das virtudes se encontram em nós.
Somos a loja dos dons.
O que necessitamos é investir na semeadura.
Se desejamos que frutifique o amor,
é preciso que nos disponhamos a amar.
E o exercício começa quando executamos
bem as tarefas que nos constituem dever.
Prossegue no trato familiar, com pais,
irmãos, cônjuges e se amplia no rol das amizades.

Depois, atravessa a cerca dos afetos e passa a agir entre aqueles
que simplesmente encontramos na rua, no ônibus, no mercado, no banco.
A fé não é adquirida de rompante.
Necessita ser pensada, estudada, reflexionada.
O exercício inicia com a contemplação da natureza.
Os dias frios, os dias quentes, o sol, a lua,
as estrelas, as árvores que balançam ao vento
e as flores multicoloridas nos jardins.
Alonga-se com a visão dos mundos, das coisas infinitamente
pequenas e daquelas infinitamente grandes.
A harmonia de tudo nos remete a uma confiança irrestrita,
uma certeza inabalável que se chama fé.
A felicidade frutifica quando, plenos de amor e de fé,
vivemos cada dia com intensidade, sem igual,
saboreando cada minuto como se fosse o único,
o último, o derradeiro.
Mudar é um ato de coragem.
É a aceitação plena e consciente do desafio.
É trabalho árduo, para hoje.
É trabalho duro, para agora.
E os frutos seguramente virão no amanhã,
talvez não muito distante.
Mas, quando temos certeza de estar no rumo certo,
a caminhada é tranquila.
Quando temos fé e firmeza de propósito
é fácil suportar as dificuldades do dia-a-dia.

20/08/2014

NOSSA RESPONSABILIDADE.

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Em um terreiro de Umbanda, as pessoas expõem suas dificuldades e se mostram frágeis. Elas confiam na casa, no dirigente e nos médiuns, mesmo sem conhece-los pessoalmente.
Pela fé nos guias, os consulentes dividem seus segredos e esperam orientações que vão mudar seus destinos.
Que imensa responsabilidade para o médium!
Que difícil tarefa!
Não basta que o médium (homem ou mulher) seja ético e fiel. É preciso que esteja sempre se esforçando para melhorar a si mesmo e permitir o trabalho mais firme com suas entidades.
Nunca somos bons o suficiente para a missão que nos foi entregue. Por isso pedimos sempre misericórdia a Oxalá.

                                               JAGUAR MÍSTICO

30/05/2014

"A Saída é Você Mesmo"

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"O planeta Terra e a humanidade que nele habita estão passando por uma profunda cura.
A Mãe Divina está sofrendo as dores do parto; ela está na eminência de parir a verdade, a verdade que precisa emergir em cada entidade humana em desenvolvimento neste plano.
Estamos em um momento crítico da evolução: ou removemos os bloqueios para continuar a jornada ou seremos tragados pela nossa própria criação.
E remover os bloqueios significa espiritualizar-se; significa voltar-se para dentro."
Sri Prem Baba

Namastê!
Nós Somos Visionários do Caminho

14/01/2014

A Maior aventura...........

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A maior aventura de um ser humano é viajar,
E a maior viagem que alguém pode empreender
É para dentro de si mesmo.
E o modo mais emocionante de realizá-la é ler um livro,
Pois um livro revela que a vida é o maior de todos os livros,
Mas é pouco útil para quem não souber ler nas entrelinhas
E descobrir o que as palavras não disseram...

03/12/2013

“AS REGRAS PARA SER HUMANO’

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1 – Receberá um corpo: Pode gostar dele ou odiá-lo, mas ele será seu enquanto durar o seu tempo aqui;

2 – Fará uma aprendizagem: Está inscrito a tempo inteiro numa escola informal chamada Vida. Todos os dias nesta escola terá a oportunidade de aprender lições. Você pode gostar das lições ou achá-las estúpida ou irrelevante;

3 – Não existem erros, apenas lições: Crescer é um processo de tentativa e erro, experimentação. As experiências «fracassadas» são parte do processo, tanto quanto a experiência que que efectivamente «funciona»;

4 – Uma lição será repetida até que seja aprendida: Uma lição ser-lhe-á apresentada de formas variadas, até que a tenha aprendido. Quando a tiver aprendido, poderá passar à lição seguinte;

5 – A aprendizagem nunca termina: Não há parte da vida que não contenha as lições. Enquanto você estiver vivo, haverá lições a serem aprendidas;

6 - «Lá» não é melhor do que «aqui»: Quando o seu «lá» se tiver tornado um «aqui», você simplesmente obterá um outro «lá», que novamente parecerá melhor do que «aqui»;

7 – Os outros são meramente seus espelhos: Não pode amar ou odiar algo noutra pessa, a menos que isso reflicta algo que ama ou odeia em si mesmo;

8 – O que você faz da sua vida é opção sua: Possui todas as ferramentas e recursos de que precisa. O que fará com eles depende de si. A escolha é sua;

9 – As suas respostas estõ dentro de si: As respostas às questões da Vida estão dentro de si. Tudo o que precisa de fazer é ver, ouvir e confiar;

10 – Esquecer-se-á de tudo isto;

11 – Poderá lembrar-se quando quiser."

Jack Canfield e Mark Victor Hansen em "Canja de Galinha para a Alma"

12/11/2013

Quem é você...

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Quantas vezes um ou outro membro da família levanta-se colérico, da mesa, ainda com os lábios umedecidos pelo alimento que ingeria neurótico, na hora sagrada da refeição, para em seguida desaparecer em direção à rua, revoltado contra a estupidez do lar e dos seus familiares! E que acontece então? Ao transpor a porta, grupos de obsessores saem-lhe ao encalço, com vivas demonstrações de alegria, festejando o êxito alcançado, lembrando um bando de aves agourentas a esvoaçarem em torno do imprudente, que debilita suas defesas devido à irascibilidade com que saiu do próprio lar! Os malfeitores das sombras sugerem-lhe, então, o esquecimento de tudo pela bebida; guiam-no ao encontro de outra criatura desiludida da vida e da família; entre ambos trocam-se lamúrias, e as queixas são recíprocas. E não tarda agora o desafogo pelo álcool deprimente. Eis alcançado o objetivo dos alcoólatras das sombras!

14/10/2013

SOLUÇOS....

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Existe um soluço que vem da alma
Você procura pela sede
Mesmo sabendo que a água da vida
É você.

Ouça-me navegante
Tomar a água do lago invisível é respirar
O sentimento do céu.

Existe um soluço
De alma para alma
Quando sua alma soluçar
A sede de um coração
Vai aumentar.

O momento é eterno
Olhe para o Sol
Mas não se esqueça de falar bom dia
Para a Lua.

Existe um coração
Uma loucura, uma dança de espíritos
Uma ventania
Que contagia o céu
O sabor da manhã.


Livro : O Coração de Anakreb

23/08/2013

DEUS E A UMBANDA

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Na Umbanda se fala e ouve muito a respeito dos Orixás, dos Guias Espirituais, Mentores, Mestre de Luz e ainda muito mais que os Guias Espirituais "fazem milagres" e que nossos amados Orixás, divindades regentes da evolução e da natureza, sempre nos amparam e nos ensinam se fomos merecedores.

Mas e Deus? A religião de Umbanda cultua Deus? A Umbanda é uma religião monoteísta ou politeísta?

Sim meus irmãos de Fé; nossa Umbanda é uma religião monoteísta que cultua um único Deus e tem em nosso Divino Criador Olorum (Deus, Zambi, Tupã) como Senhor e Criador de tudo e de todos, conduzindo a evolução de todos os seres e criaturas através dos nossos amados Orixás.

Difícil falar sobre Nosso Divino Criador Olorum, pois explicar algo que nosso pensamento e raciocínio humano e terreno não conseguem entender, mas mesmo não entendendo, acreditamos, oramos e pedimos a Ele (talvez o grau mais alto da Fé, ter Fé sem precisar de provas concretas).

Seria um ultraje da minha parte falar algo sobre Nosso Divino Criador Olorum, mas o único fato que posso afirmar é que observando nossa religião, talvez conseguiremos entender um pouco Dele.

Pensem comigo:

- Existem centenas de milhares de Guias Espirituais (direita e esquerda) que atuam em centenas de milhares de campos distintos;
- Existem centenas de milhares de Anjos de Guarda que atuam em centenas de milhares de campos distintos;
- Existem centenas de milhares de Espíritos e Mestres de Luz que atuam em centenas de milhares de campos distintos;
- Existem centenas de milhares de seres (Elementais, Naturais, etc.) que desconhecemos que atuam em centenas de milhares de campos distintos;
- Existem centenas de milhares de Orixás (Divindades) que atuam em centenas de milhares de campos distintos.

Com isto posto, podemos começar a suspeitar ou talvez começar a entender quem é e como age Nosso Divino Criador Olorum.

No momento de hoje, o que apenas precisamos entender é que Nosso Divino Criador Olorum está em tudo e em todos, Ele é o começo o meio e o fim (se existir um fim). Ele está nos Orixás, nos Anjos de Guarda, nos Mestres de Luz, nos Mentores, nos Guias Espirituais, nos seres, nas criaturas, nos seres humanos; está no Alto, no Embaixo, na Direita, na Esquerda, pois se algo existir Ele estará lá, e se Ele não estiver, então nada existe.

Como dizia nosso saudoso Pai Zélio Fernandino de Morais (Médium e Sacerdote fundador da Umbanda): " Em nossa religião a palavra Umbanda significa: Um = Deus, Banda = todos nós."

Simplificando: Umbanda = Deus conosco.

Que Nosso Divino Criador Olorum e nosso Pai Oxalá nos Abençoe.

09/08/2013

A Necessidade da Fé

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Não basta filhos simplesmente frequentarem uma casa de Umbanda se não acreditarem e entenderem o que ali esta se passando.
A Fé não é para os outros, mas para a própria alma. Não basta os filhos se dizerem Umbandistas se nela efetivamente não acreditarem. Ser Umbandista é antes de tudo crer na Umbanda.
Aqueles que a praticam e não creem, estão apenas indo a um templo, sem que ocorra a mudança que a Umbanda traz a vida dos filhos, que na prática é trazida ao dia a dia daqueles que são, realmente, Umbandistas.
É preciso ter fé. Não uma Fé cega e não esclarecida, mas a verdadeira Fé que realiza perguntas e quando obtêm as respostas as toma como certeza.
A Fé que é mais forte do que qualquer dissabor da vida, problema e dificuldade. A Fé que leva a prosseguir, mesmo que contra tudo e todos na certeza do caminho correto.
É necessário, pois, a existência da fé, para a prática da Umbanda.
Os filhos Umbandistas não devem seguir os fundamentos e as verdades da Umbanda apenas quando estão dentro das casas, mas sim em todos os atos de sua vida.
Ser Umbandista é fazer as escolhas dentro das verdades da Umbanda, respeitando as leis desta. É pedir auxilio sempre que preciso para as entidades. É entender que as dificuldades não são nunca em vão. É conseguir respeitar a crença dos outros sem deixar abalar a sua própria. Ser Umbandista é entender seus erros e o dos outros. É resgatar seus erros, dentro da grande Lei. Ser Umbandista é antes de tudo, crer.
A crença é absolutamente fundamental a qualquer filho Umbandista. Se não houver a Fé e a certeza nos conhecimentos Umbandistas e nas entidades a ela afeitas, não haverá a necessária firmeza quando os problemas se apresentarem mais difíceis e quando o caminho parecer se fechar.
Crer em momentos de felicidade e tranquilidade é fácil, mas é preciso ter a certeza da fé. Porque se efetivamente ela não for forte poderá desaparecer quando as trilhas forem difíceis e os problemas, quase que completamente tomarem o futuro.
É então quando a Fé se fará mais necessária. E será tão fundamental quanto o ar que se respira, para que possa haver uma continuidade.
Porque somente aqueles que acreditam num todo maior, conseguem enxergar uma perda com maior facilidade, e perceber que , quando as tampas de caixões se fecham, outras já se abriram.
Somente aqueles que enxergam que acima de todos os interesses mesquinhos e mundanos existe um objetivo é que poderão se manter fiel a esse objetivo quando tudo mais parecer ruir à sua volta.
Filho, a Fé é a tabua que salva dos grandes desastres e que mantém corpo e alma na superfície. Portanto ela é não apenas necessária, mas fundamental para uma vida com tranquilidade e esperança.
Aqueles que em nada creem ou que não tem na força da Fé sua estrutura de vida, acabarão por serem derrotados pela visão de que nada, afinal, valerá à pena.
Que nem os melhores esforços serão recompensados se não com a morte. Porque cada dia de vida é um dia a menos na ampulheta do futuro. E se o futuro se encerrar em dificuldades, doença e velhice, então filhos em um momento ou em outro, inexistindo a fé, a tristeza e a falta de esperança se tornarão tão fortes e presentes que não haverá motivos para lutar.
Mas a Fé trará então, a percepção da necessidade das dificuldades ao ensinamento, a percepção da continuidade, da beleza da renovação que se fará presente em cada novo tombo e mais forte em cada dificuldade.
Porque filhos são quando então devem se socorrer das entidades e dos conhecimentos Umbandistas para poderem seguir em frente, e entender que não haverá outro meio de continuar se não ultrapassando os problemas e recomeçando a luta em cada amanhecer.
É isso que faz viva a esperança no amanha.
Importante, pois, que os filhos criem seus próprios filhos sob a luz e os ensinamentos da Umbanda desde a mais tenra idade.
Porque então para eles a Fé se fará tão natural quanto o dia amanhecer. Na força das entidades devem ser essas novas almas ensinadas, para que aprendam que se existe a dificuldade, também existe a recompensa.
Para que quando fatalmente enxergarem que a vida terá fim, que a velhice se fará presente, que aqueles que amam irão embora a algum momento, já saberá que tudo isso tem um motivo simples, que todos esses sofrimentos apenas renovam a esperança no amanhã.
Assim quando os filhos dos filhos precisarem buscar forças para continuar terão em seus conhecimentos a certeza da Fé e com ela a tranquilidade de que toda a separação será apenas temporária, que toda a dor motivo possui e que toda a dificuldade deverá trazer aprendizado e crescimento.
Terão também a certeza de que poderão levantar de qualquer tombo, para recomeçar a caminhada, que haverá sempre uma entidade para ajudar aos que lutam e procuram o bem.
Então, mesmo na ausência dos pais terrenos, estarão confortados e em paz.
A Fé é a maior herança que se pode deixar. É necessário pois que as crianças possam frequentar as casas de Umbanda para aprenderem e para elas com a naturalidade da vida dada especial atenção porque, é nela que a certeza da Fé ira se fazer presente.
A Fé filhos também se pratica. Nos momentos de alegria ou de tristeza sempre devem questionar o motivo de tudo que se passa a volta e porque aqueles que estão ao lado ali se apresentam.
Também nas atitudes diárias, nas pequenas decisões a Fé igualmente deve se fazer presente. Sempre que houver uma escolha ela deverá ser tomada dentro da crença Umbandista na construção do bem.
E no dia a dia as entidades também estarão presentes orientando os filhos, cabendo a esses se manterem sempre atentos as suas lições.
Pensem filhos quantas vezes as palavras sábias de um preto velho são ditas nos momentos mais difíceis? Quantas vezes os conselhos de um boiadeiro são fundamentais para desfazer às dúvidas no caminho?
E é assim que a Fé se constrói e se pratica, nas escolhas do dia a dia, no eco dos corações e na certeza que o final irá sempre ao encontro do bem.








"Fé eu tive quando precisei
E no meu dia a dia esqueci que precisava
Então andei por ai sem crer muito em nada
E quando cai nem mais tinha a quem pedir.
Só então. Aprendi."

18/06/2013

O castelo dos nossos medos

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No bosque dos sonhos existe um castelo que guarda os nossos medos. Ninguém sabe exatamente onde se encontra, pois o desafio é achar o caminho de volta. Sabe-se que fica entre a esquina da rua do Silêncio com a da Atitude. Às vezes a vida nos transporta para lá. Pode ser fascinante, mas também assustador. Possui um colorido sombrio, como aquele que vemos quando sonhamos e não sabemos ao certo as cores, mas temos a certeza de que existiam e pareciam até reais. As paredes de concreto abrigam o abstrato da fantasia. Todos os muros e colunas têm aquarelas musicadas soando ecos de exclamações. Pois lá é o lugar onde são enterrados em pintura aqueles impulsos mortos do que se pensou em fazer e por medo desistimos.
Quando nascemos, nós fomos apresentados a aquele lugar estranho ainda com os olhos muito fechados, por muitas vezes achávamos aterrorizante e começávamos a chorar. Era quando apareciam os fantasmas, os bichos-papões... E logo o nosso alarme berrante fazia com que nossos pais nos salvassem. Mas outras vezes nossos olhos deixavam ocultas imagens necessárias para que conseguíssemos enxergar as cenas mais belas que nenhum adulto sequer conseguiria atingir. Nesses momentos, nossos desenhos foram motivos de risos
Com o tempo fomos crescendo, vencendo os medos e amadurecendo nossa presença neste lugar. As nossas responsabilidades aumentando, decepções crescentes, faz-se necessária nossa ida, onde lá a paz é constante. Já não berramos como antigamente, não temos heróis e por isso a dor parece ser maior. O mundo é monstruoso, maior do que o antigo "monstro do armário"... Com quem podemos contar? Estamos sozinhos, e nos damos conta de que somos todos sozinhos...
É por isso que no castelo dos medos existem anjos. Geralmente somos abordados por eles, que tomam conta de nós . Suas pranchetas sussurram nos nossos ouvidos perguntas como: " Por que aquela pessoa que eu tanto amava se foi?", "Por que eu tive que passar por este momento tão difícil na minha vida?", "Por que meu casamento está em crise, ou não deu certo?" entre tantas outras perguntas curiosas.
Os anjos cuidam de nós e faz, não com que enxerguemos o "porque" , mas com que através da reflexão nossas forças sejam renovadas para acharmos uma saída. Afinal, no momento em que a vida nos leva ao castelo, voltamos a reviver aquela criança frágil e precisamos de alguém que nos salve, que escute nosso berro engolido. Porque fomos educados para não chorar, para sermos adultos silenciosos. E ficamos na amargura, encolhidos no nosso medo, olhando as pinturas na parede que mostram as atitudes não realizadas. As oportunidades que perdemos e poderiam ter mudado nossa direção... Aquele beijo que não demos antes do adeus... O perdão em que o orgulho ferido não concedeu.... As palavras carinhosas que muitas vezes queríamos ter dito e não dissemos... Aquele trocado que não dei ao menino que passava fome na rua... Aquele amigo que pediu ajuda e não tivemos tempo... Aquela pessoa que não tivemos coragem de nos envolver...
Os olhos voltam a ser aqueles pueris, e se fecham em lágrimas e imagens estreitas, como aquelas do nossos desenhos. E quando vemos, revivemos a arte da nossa infância, temos olhos no escuros e passamos a enxergar o que não atingíamos . Enxergamos que é necessário tristezas para que encontremos a felicidade, que é preciso perder para ganharmos . Existem pessoas que passam a vida toda trancadas no castelo, mas bem no fundo sabem que é por própria opção dela, que é possível achar a saída. Assim passamos toda a nossa vida saindo e entrando sempre no bosque dos sonhos... Porque lá existe o castelo dos medos que nos renova a coragem de prosseguir e faz com que avistemos do alto os melhores caminhos. Aliás, foi do alto da janela deste castelo que escrevi este conto... Foi através deste conto que encontrei a minha saída.
Thaís Copetti 

30/05/2013

A EVOLUÇÃO DA FORMA

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Toda forma que vês
tem seu arquétipo no mundo sem-lugar.
Se a forma se desvanece, não importa,
permanece o original.

As belas figuras que viste,
as sábias palavras que escutaste,
não te entristeças se pereceram.

Enquanto a fonte é abundante,
o rio dá água sem cessar.
Por que te lamentas se nenhum dos dois se detém?

A alma é a fonte,
e as coisas criadas, os rios.
Enquanto a fonte jorra, correm os rios.

Tira da cabeça todo o pesar
e sorve aos borbotões a água deste rio.
Que a água não seca, ela não tem fim.

Desde que chegaste ao mundo do ser,
uma escada foi posta diante de ti, para que escapasses.

Primeiro, foste mineral;
depois, te tornaste planta,
e mais tarde, animal.
Como pode ser isto segredo para ti?

Finalmente foste feito homem,
com conhecimento, razão e fé.
Contempla teu corpo - um punhado de pó
vê quão perfeito se tornou!

Quando tiveres cumprido tua jornada,
decerto hás de regressar como anjo;
depois disso, terás terminado de vez com a terra,
e tua estação há de ser o céu.

Passa de novo pela vida angelical,
entra naquele oceano,
e que tua gota se torne mar,
cem vezes maior que o Mar de Oman.

Abandona este filho que chamas corpo
e diz sempre "Um" com toda a alma.
Se teu corpo envelhece que importa?
Ainda é fresca tua alma.

Rumi --(Texto extraído do livro "Poemas Místicos")

29/05/2013

O que fazemos na Umbanda ?

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1 - Buscamos fervorosamente a evolução espiritual, através da caridade.

2 - A nossa doutrina não conserta a vida de ninguém, mas cria condições para que cada um conserte a sua própria vida, de acordo com o seu merecimento.

3 - Não Fazemos previsões de qualquer natureza

4 - Não pedimos o mal para nenhuma pessoa.

5 - O principal objetivo de nossos guias é fazer com que um frequentador procure primeiramente se encontrar com Deus e a partir desse ponto, que procure se auto-ajudar.

6 - Consulta no Terreiro é esclarecimento, conselho amigo e sábio dado por um guia de Luz e que enxerga longe, para ajudar a quem necessita, para caminhar na estrada difícil da escola da vida. Para guiá-lo para a luz.
– Aqui Cultivamos o Amor.

– A pessoa está na Terra para aprender uma lição de vida
– A mãe pode ajudar o filho e explicar o dever de casa, mas não pode fazê-lo.
A pessoa tem que lutar para conseguir o que deseja e ela tem um carma a pagar.
Numa prova cármica, em regra geral, ninguém pode interferir.
Estamos lançados numa trajetória porém temos livre-arbítrio e podemos nos desviar dela.

22/05/2013

Eis que 30 mil vezes depositamos.....

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Eis que 30 mil vezes depositamos, e numas expectativas em uma única pessoa, 30 mil vezes depositamos expectativas de correspondência em tantas outras pessoas e o fato que quanto maior a expectativa, maior a frustração. A vida é absolutamente assim, quanto mais a gente deposita, mais a gente acredita, maior a possibilidade da frustração, e na hora em que tudo isso acontece, exatamente a frustração, a decepção, as coisas que não acontece como a gente gostaria... A frustração liquida com a gente, baixa a autoestima, nos faz sentir culpa, nos derruba, parece que nos dificulta até no ato de perdoar não só outros, mas principalmente a si mesmo por ter confiado, por ter depositado, por ter acreditado, por ter alimentado uma esperança em algo tão bonito que vinha alimentando a sua vida. Mas é absolutamente assim, a gente imagina que quando há uma decepção, as coisas estão fechadas, escuras, no entanto há de se retomar tudo outra vez, a melhor forma é a gente conseguir não se culpar pelas coisas, ter responsabilidades diante dos atos, mas não ter a convicção de que há uma culpa por parte de alguém. Assim decisões, escolhas... As pessoas decidem, e nem sempre decidem a favor daquilo que a gente acredita ou aquilo que a gente apostava e queira, sonhava. Perdoar é fundamental aos outros e a si mesmo, pelas suas próprias expectativas e continuar acreditando não só no próprio perdão assumido, mas como também em uma nova expectativa, é preciso de novo acreditar, é preciso de novo confiar, e novamente em si mesmo o principio de tudo. Diz o mestre: o perdão pra isso tudo é uma estrada de mão dupla, sempre que perdoamos alguém ou a nós mesmo, estamos também perdoando o mundo, se somos tolerantes com os outros, somos também um pouco mais tolerantes com nossas próprias ações, fica mais fácil aceitar nossos próprios erros, assim sem culpa, sem amargura, conseguimos melhorar nossa atitude na vida. Se por um acaso por fraqueza surgir o ódio, surgir a intolerância, o rancor, a decepção... Elimine esse tipo de vibração.
Pedro perguntou um dia á cristo;
- Mestre devo perdoar 7 vezes meu próximo?
E cristo respondeu...
-Não apenas 7, mas 70 vezes, o ato de perdoar ao outro, a si mesmo limpa o plano astral, limpa o espírito, a alma, e nos mostra a verdadeira luz a ser seguida na vida, e ao que alimenta a alma e o que retoma a esperança.
jaguar místico

21/05/2013

SE EU MORRER ANTES DE VOCÊ

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Se eu morrer antes de você, faça-me um favor:
Chore o quanto quiser, mas não brigue comigo.
Se não quiser chorar, não chore;
Se não conseguir chorar, não se preocupe;
Se tiver vontade de rir, ria;
Se alguns amigos contarem algum fato a meu respeito, ouça e acrescente sua versão;
Se me elogiarem demais, corrija o exagero.
Se me criticarem demais, defenda-me;
Se me quiserem fazer um santo, só porque morri, mostre que eu tinha um pouco de santo, mas estava longe de ser o santo que me pintam;
Se me quiserem fazer um demônio, mostre que eu talvez tivesse um pouco de demônio, mas que a vida inteira eu tentei ser bom e amigo...
E se tiver vontade de escrever alguma coisa sobre mim, diga apenas uma frase:
-"Foi meu amigo, acreditou em mim e sempre me quis por perto!"
Aí, então derrame uma lágrima.
Eu não estarei presente para enxugá-la, mas não faz mal.
Outros amigos farão isso no meu lugar.
Gostaria de dizer para você que viva como quem sabe que vai morrer um dia, e que morra como quem soube viver direito.
Amizade só faz sentido se traz o céu para mais perto da gente, e se inaugura aqui mesmo o seu começo.
Mas, se eu morrer antes de você, acho que não vou estranhar o céu.
"Ser seu amigo, já é um pedaço dele..."

Chico Xavier

09/05/2013

GRANDE MESTRE.....

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Procuramos ter Jesus como Mestre. De todos os grandes mestres que vibraram na Grande Lei do Amor ao passar pela Terra, Ele é o que nos fala em termos de um amor extremamente abrangente, exemplificado e generoso. Sua vida representa um ato de extrema doação, a força máxima de Amor que já passou pela Terra, ou seja, a expressão máxima da Força Criadora entre os homens. Quando ouvimos alguém dizer que o Evangelho representa um conjunto de ensinamentos muito simples, sentimos que o Evangelho ainda não foi entendido por essa pessoa. Não existe desafio mais profundo do que colocar o Evangelho de Jesus na vivência diária. Podemos ser capazes de memorizar todas as Escrituras Sagradas existentes na Terra, estarmos familiarizados com todos os fenômenos espirituais ou mesmo de movimentar as energias da natureza pela força da mente. Mas, se não formos capazes de assimilar e de viver o ensinamento do amor ao próximo, não seremos senhores de nós mesmos. Então, nosso mundo interior ainda é "caos" e não "cosmo". A luz ainda não se fez em nós.



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