Por que tantas pessoas têm a impressão de que serão consideradas mais responsáveis na mesma medida em que mais complicadas forem suas vidas? Parece que resolveram acreditar que simplicidade, neste mundo globalizado, é sinônima de descompromisso.
Por conta desta distorção e desta conclusão completamente equivocada, milhares de pessoas têm sofrido bem mais do que o necessário para atingir resultados que poderiam ser facilmente alcançados com uma boa dose de objetividade e transparência.
Casais que transformam motivos banais em decretos que sustentam guerras intermináveis. Pais que gritam e esbravejam com seus filhos quando bastaria uma conversa clara e direta. Amigos que insistem em apontar uma mancada do outro quando poderiam aceitar um pedido de desculpas e seguir adiante.
Enfim, contaminados pela ansiedade, envenenados pela dinâmica insana de uma rotina inconsciente, muitos têm perdido o melhor da vida por conta de picuinhas. Tanto alimentam os detalhes irrelevantes que nem se dão conta dos momentos especiais.
A boa notícia é que pequenas mudanças podem surtir importantes efeitos. Sugiro que você comece a validar o que há de bom, tanto em si mesmo, quanto nos que estão ao seu redor e na sua vida em geral. Pare de ignorar o esforço de cada um e comece a perceber que todos nós, indistintamente, tentamos fazer o nosso melhor com o intuito singular de sermos aceitos e amados.
A grande maioria dos nossos problemas não passa de pura invenção de nossa mente. Complicamos porque temos medo de não estarmos prontos para caso algo dê errado. No entanto, raramente dá errado. E para comprovar esse fato, apenas tente. A partir de hoje, simplifique! Esteja presente! Viva o que há para ser vivido, mantenha-se em sintonia com seus sentimentos e descubra que ser feliz é bem mais fácil do que você sempre imaginou.
É muito triste ver,com freqüência,pessoas que se dizem religiosas e que dizem amar a Deus mostrarem dificuldade de conviver com as que pensam diferente delas.Todas as religiões são formas valiosas de nos aproximar Deus.Algumas,porém,tem desenvolvido um desagradável tom de intolerância para com as outras.Pior ainda é observa que diversos líderes religiosos,com seu mal exemplo,seus preconceitos e sua arrogância de se acharem os únicos donos da verdade,estimulam em seu rebanho essa atitude materialista e grosseira.Os mais sábios , que agem com tolerância,estão mas próximos de Deus.Um grande líder espírita,León Denis (1846-1927),nos deixou uma bela idéia “Todo o poder da alma resume-se em três palavras:Querer,Saber,Amar.Querer é fazer convergir toda a energia para o alvo que se tem de atingir,desenvolver a vontade e aprender a dirigi-la.Saber por que,sem o estudo profundo,sem o conhecimento das leis,o pensamento e a vontade podem se perde.Acima,porem,de tudo,é preciso amar por que sem o amor a vontade e a ciência seriam estéreis .Não se trata aqui do amor que contempla sem agir,mas do que se aplica a espalhar o bem pelo mundo.O amor depura a inteligência,alimenta o coração e,pela soma de amor acumulada em nós,podemos avaliar o quanto andamos em nosso caminho para Deus.
Sempre mantive um pé atrás em relação a esta assertiva. Sustentar a ideia de que a fila anda sempre me pareceu arrogante e ilusória. Acreditar que existe uma fila de pessoas querendo se relacionar com você, a meu ver, é pretensioso demais. Entretanto, cá estou para refletir sobre a afirmação sob outro ângulo.
A intenção da frase é, certamente, mostrar que o cenário atual pode ser mudado a qualquer momento. Ou seja, a fila anda num relacionamento em que não existe cuidado mútuo. E a possibilidade deste andar da fila deixa claro que insistir nem sempre é a opção mais inteligente.
Quem me lê há algum tempo, sabe que sou defensora declarada de quem tenta salvar um relacionamento; haja vista que são oportunidades preciosas que temos de superar limitações, amadurecer e conquistar um novo patamar na busca pelo que temos de melhor. Portanto, desistir na primeira dificuldade ou ficar pulando de galho em galho, tentando encontrar o outro perfeito, não me parece ações que combinam com amor, consciência ou felicidade.
Porém, continuar dando murro em ponta de faca, sentindo e vendo a pele sendo dilacerada e o próprio sangue sendo derramado sem que nada de realmente significativo mude, já me parece teimosia, daquelas adotadas por quem quer ocupar o lugar de vítima ou de coitadinho, só para mendigar atenção e encobrir um enorme medo de se entregar à vida e arcar com as consequências de suas escolhas.
Assim sendo, hoje venho defender a opção de deixar a fila andar. Ou melhor, de – se for preciso – fazer a fila andar! Sim, botar um ponto final nesta história que tem se mostrado um grande fiasco e um completo e desastroso desencontro, e começar a apostar numa nova possibilidade.
Você não precisa, necessariamente, viver em função de começar e terminar relacionamentos indefinidamente. Pode, e em muitos casos até deve, permitir-se um tempo só seu. Deixar-se solteiro e desfrutar as muitas e deliciosas experiências que este status lhe proporciona.
Agora, obviamente, se surgir alguém especial, com quem você se identifique sem ter de fazer força ou inventar predicados, por que não? Contudo, observe esse detalhe: que seja fluido, que seja leve, que seja natural! Pare de fazer tanta força simplesmente para provar a si mesmo ou a quem quer que seja que você é capaz de ter alguém. Chega de viver relacionamentos que mais servem para te angustiar e confundir do que para te fazer descobrir que existem caminhos mais profundos e pacíficos a serem percorridos!
Enfim, com consciência, noção de si, disponibilidade para fazer o seu melhor e apostando que o autoconhecimento é a maneira mais eficaz de atrair encontros criativos e construir relacionamentos transformadores, estou certa de que – antes do que você imagina – a fila estará exatamente onde deveria. Afinal, se você quer viver um grande amor, precisa saber o que isso significa e qual a sua parte neste processo! A mudança começa sempre em você!
Ah! Se arrependimento matasse! Tenho quase certeza que a humanidade estaria extinta! Quem um dia não se arrependeu de erros que cometeu e teve aquela enorme vontade, que vem da alma, de que o tempo voltasse e que a história pudesse ser escrita de uma forma diferente?
Existem fatos que permanecem em nossa mente, pulsando diariamente como se tivessem acontecido ontem e tem aqueles que ficam em nosso subconsciente e fazem com que situações repetitivas aconteçam na tentativa de reparar o que foi feito um dia.
Estes erros que pulsam de maneira consciente ou inconsciente em nossas vidas fazem com que o negativo venha junto, pois os questionamentos internos tendem para esta frequência. Sempre nos lembramos de uma forma ruim do que aconteceu e a sensação de não poder modificar aquele passado muitas vezes causa arrependimento e culpa, quando não traz também mágoas e decepções.
Fazer uma lista dos erros cometidos pode, em um primeiro momento, parecer algo estranho em sua vida e sem sentindo, porém, ele lhe levará a evitar vícios de comportamentos, fará com que você evite situações que lhe proporcionem a chance de cometer tais erros, pois, você os estará trazendo para a consciência.
Esta iniciativa de escrever os erros que já cometeu fará com que você exima de culpa as pessoas à sua volta e tenha plena certeza que o único responsável pela sua vida e pelas situações que atrai é você mesmo.
Terminada esta lista de erros e as análises concluídas, pegue outra folha de papel e escreva suas realizações ao longo da vida, perceberá que esta lista é muito grande e muito maior que a de erros. Cabe aqui uma pausa para reflexão: se esta lista de realizações é muito maior que a de erros por que nos prendemos somente aos insucessos?
Os erros cometidos devem se transformar em lições e aprendizados para o resto de sua vida e não uma vibração contínua que lhe derrube o ânimo diariamente.
Para os erros que se encontram em seu inconsciente, precisamos da ajuda da Mesa Radiônica para identificá-los e curá-los eliminando, portanto, a energia que ficou bloqueada em tal momento.
Assumir uma atitude positiva perante a vida é interessar-se pelos seus erros e não preocupar-se constantemente com eles, de forma mais clara significa o seguinte: quando me interesso pelos meus erros, procuro compreender o que ocorreu e tomo a seguir as medidas necessárias para corrigi-los ou eliminar a energia bloqueada que foi originada. Preocupar-se significa dar voltas em círculos inúteis e enlouquecedores que podem atrapalhar todos os outros aspectos da sua vida.
Eis o momento ideal para tratar os erros acumulados e a expectativa da incerteza do futuro, pois a não liberação de energias bloqueadas faz com que o nosso amanhã seja incerto, pela simples falta de confiança de que os fantasmas de ontem possam se repetir novamente.
O equilíbrio de nossas frequências energéticas faz com que o nosso amanhã seja repleto das melhores projeções energéticas, pois, de dentro de nosso ser brotará a cada dia a certeza de um amanhã melhor do que o que foi hoje.
Entrega e confiança no Universo passará a fazer parte da sua vida e a cada amanhecer perceberá que o Universo irá sempre conspirar a seu favor, fazendo com que os seus anseios mais profundos se realizem e sua missão de vida fique certa e transparente a todos.
A grande maioria dos meus atendimentos no consultório concentra-se nos desbloqueios de situações que impedem que a energia do paciente flua ou que situações repetitivas deixem de acontecer, eis a seguir os exemplos mais comuns:
- situações de perda brusca de emprego, que fazem com que a sua autoconfiança e auto-estima, sejam destruídas, por passar a se sentir não apto;
- situações de traição, que fazem com que você se sinta por baixo e não mais digna de um relacionamento verdadeiro e duradouro;
- início de um envolvimento com uma pessoa, depositando todas as expectativas e sentimentos e de um momento para o outro a pessoa some de sua vida sem nenhuma explicação;
- um aborto realizado em um momento difícil que lhe traz a lembrança contínua de um enorme erro sem reparação;
- um envolvimento com uma pessoa errada e depois de inúmeros anos lhe traz a certeza que nunca se modificará;
- a dificuldade financeira que nunca se modifica na vida de uma pessoa;
- padrões de saúde que se repetem ao longo do tempo.
Tudo isso pode, sim, ser modificado e eliminado da sua vida, através do cuidado com as suas frequências energéticas e eliminação de tais bloqueios de sua vida, para tanto afirmo: os erros que cometeu ao longo de sua vida podem, sim, ser reparados de maneira energética, lhe proporcionando, assim, um novo padrão vibracional e uma nova vida.
Mãe Iemanjá!*
Que faz dos meus olhos
Uma cachoeira,
Quando eu penso no Bem
E na evolução dos homens.
Quando eu canto a Luz
Em meu coração;
Quando o Amor me faz escrever
E os espíritos vêm cantar aqui.
Ah, Mãe Querida!
Que lava as maldades do mundo
Com as águas da compaixão,
E que acalma o coração.
Que faz a chuva de Amor acontecer
Na cachoeira dos meus olhos...
Ah, Mãe das águas!
Que me abraça com a luz azul e branca,
E fortalece a minha fé.
Que, na luz do luar e nas ondas do mar,
Vem me sussurrar o encanto do Bem.
A Senhora me conhece, bem mais do que eu mesmo.
E, em muitos vôos espirituais, me protegeu tanto...
E, novamente, eu estou aqui, igual a uma criança,
Brincando na chuva.
Sim, a sua chuva de Amor, que cai do Astral Superior,
E faz a cachoeira descer dos meus olhos...
Porque assim são as minhas lágrimas,
Quando o Amor me faz escrever,
E lava a minha alma
Ah, Mãe Iemanjá!
Que faz o meu corpo astral** flutuar nas vagas siderais...
Como uma pluma levada pelos ventos da espiritualidade.
Que me chama de menino, porque me conhece bem;
Que me fez ser médium*** de tudo o que é da Luz;
E que me deu a Fé que não me deixa trair o meu coração.
Ah, Querida!
Se eu tivesse o talento do poetinha, faria agora uma canção.
Mas eu só tenho um Grande Amor no coração,
E a Luz do Bem que a Senhora me ensinou.
E tudo isso desce na cachoeira dos meus olhos...
P.S.:
A chuva desce aqui,
Enquanto os espíritos
Cantam e dançam.
Porque eles sabem das coisas,
E eles cantam a Fé e o Amor.
E sempre dizem: Nunca traia o seu coração.
Porque a morte real não é a do corpo,
Mas, sim, aquela que afasta o Ser da Espiritualidade.
(Dedicado a Vinicius de Moraes, ao meu amigo baiano Carlito, que também mora no Céu, e aos guardiões espirituais que operam invisivelmente a favor do bem de todos os seres.)
Com gratidão.
:: Wagner Borges ::
Ela era uma estrelinha viajando pelo espaço sideral. Viajava há muito tempo, solitária, observando os eventos cósmicos e aprendendo.
Certo dia, ela entrou em um sistema solar onde nove planetas giravam em torno de uma estrela maior, o Sol. Investigando esses planetas em órbita, percebeu que o terceiro deles era habitado. Visto de fora, do espaço sideral, esse planeta era azulado e também muito bonito.
Olhando dali, a estrelinha percebeu que 70% da superfície do planeta estava coberta por água e que os 30% de terra restantes configuravam continentes em meio a essas águas.
Olhando do espaço sideral, essa estrelinha se alegrou, pois não viu nenhuma linha divisória nessas terras. Não viu o nome de nenhum país e nem o nome de nenhuma raça.
Ela só viu 30% de massa de terra envolvida por 70% de água. Terra cercada por oceanos, sem divisórias ou nomes. Apenas uma bola azul girando suspensa no espaço e orbitando em torno de uma estrela maior.
A estrelinha, então, se aproximou do planeta; porém, infelizmente, ao chegar mais perto, notou que os habitantes desse planeta formavam barreiras raciais e diversas fronteiras. Os terráqueos formavam bolsões de racismo e de religião e separavam-se uns dos outros.
Com pena dessa humanidade tão triste, que criava divisões ilusórias, e observando todo o seu sofrimento, a estrelinha pediu uma inspiração ao Pai Celestial, para trazer uma vibração boa para os habitantes da Terra.
Nesse instante, um raio verde luminoso desceu do céu, no centro da estrelinha, que tornou-se esverdeada... Era o verde da esperança.
Ela, então, desceu entre os homens e, a partir desse dia, nasceu no coração deles a esperança. E ela continua em cada coração até hoje...
Que essa estrelinha verde possa inspirar nossos pensamentos, sentimentos, energias e atitudes.
Que o verde da esperança possa sempre brilhar, para que possamos trabalhar, estudar, aprender e evoluir.
Que possamos quebrar as barreiras religiosas - e as barreiras entre países.
Que possamos quebrar os preconceitos sexuais, sociais, religiosos, e nos tornarmos uma só humanidade; para que outras estrelas e povos de outros orbes do universo possam realmente constatar que não há divisão de países na Terra, vista de fora, e nem aqui dentro, entre nós, os seres humanos.
Que haja união e, mesmo em meio à ameaça de guerra, e a toda a violência e miséria que campeia na Terra, ainda assim, que haja uma estrela verde, a estrela da esperança, acesa em nossos corações.
O futuro é radiante... E essa esperança se manterá e, inevitavelmente, a UNIÃO acontecerá!*
VIA LÁCTEA (XIII)
Ora (direis), ouvir estrelas! Certo,
Perdeste o senso!
Eu vos direi, no entanto,
Que, para ouvi-las, muitas vezes desperto
E abro as janelas, pálido de espanto...
E conversamos toda a noite, enquanto
A Via-Láctea, como um pálio aberto,
Cintila. E, ao vir do sol, saudoso e em pranto,
Inda as procuro pelo céu deserto.
Direis agora: "Tresloucado amigo!
Que conversas com elas? Que sentido
Tem o que dizem, quando estão contigo?"
E eu vos direi: "Amai para entendê-las!
Pois só quem ama pode ter ouvido
Capaz de ouvir e de entender estrelas."
- Olavo Bilac* -
(Extraído do livro Poesias - 1888).
- Nota:
* Olavo Bilac (1865-1918): foi jornalista e um dos maiores poetas brasileiros - e também membro fundador da Academia Brasileira de Letras.
Por que os meus olhos teimam em ver o que o meu coração já sentiu?
Por que sinto que nossa origem é extraterrestre e que outros olhos estão nos observando e também nos sentindo com o coração?
Será que eles também choram de saudade?
Olho para as estrelas e penso nas naves invisíveis que se movimentam interdimensionalmente e são motivadas por razões que só os seus tripulantes sabem.
Penso nos povos de outros orbes que nos visitam em suas naves fantásticas e, ao mesmo tempo, lembro-me das diversas guerras em andamento no nosso planeta no momento.
Pergunto-me se os visitantes espaciais estão vendo isso e se não nos consideram meio loucos?
Talvez haja um plano cósmico em andamento e nós estamos inseridos nele, mas ainda não sabemos. Ou talvez os nossos visitantes sejam mais parecidos e próximos de nós do que jamais imaginamos dentro de nossa cegueira interdimensional temporária.
Quem sabe se, no fundo dos mares, no interior da Terra, ou mesmo sob as calotas polares, não há diversas colônias ou bases extraterrestres monitorando invisivelmente o progresso da humanidade terrestre?
Lembro-me de Jesus ensinando, "Na Casa do Pai há muitas moradas".
Será que Ele também estava sentindo saudades?
Também me lembro do sábio grego Pitágoras, ensinando sobre as esferas espirituais, e do místico e sensitivo sueco Swedenborg relatando, no século 18, que via, fora do corpo, seres de outros lugares.
Será que eles também estavam com saudades?
Meus olhos querem ver, mas o meu coração já sabe e não precisa de provas externas para comprovar o que ele já intuiu e sentiu: somos visitados por irmãos estelares há muito tempo e há uma ordem cósmica guiando os passos de raças mais jovens e imaturas nos orbes mais densos.
Iludidos pelos cinco sentidos convencionais e presos a paradigmas materiais e imediatistas, não percebemos a imensa trama cósmica em que estamos inseridos e também não percebemos que fazemos parte da imensa família sideral.
Cegos e meio-loucos por causa do isolamento em relação aos nossos irmãos espaciais, pensamos e fazemos coisas estranhas e não conseguimos a paz tão almejada.
Saudades, saudades, saudades... Os olhos querem ver, mas o coração já sabe:
NÃO ESTAMOS SOZINHOS!
Paz e Luz.