06/12/2010

CUMPRIMENTOS E POSTURAS

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Cumprimentos
Bater Cabeça
O médium deita-se de barriga pra baixo e toca com a testa no chão em frente ao Gongá, atabaques e Coluna Energética.
Bate-se a cabeça no chão em sinal de respeito e obediência aos Orixás, pois simboliza que nossa cabeça, que nos comanda e nos rege, está se subordinando ao poder dos Orixás aos quais estamos reverenciando ao tocá-la no chão, sejam os Orixás do Zelador ou do Gongá.
Em diversas culturas, sejam ocidentais ou orientais, baixar a cabeça perante alguém ou alguma coisa significa que estamos submissos e obedientes a esta pessoa ou coisa.

FIOS DE CONTAS

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Conhecidas também como "Cordão de Santo", "Colar de Santo" ou "Guias", são ritualisticamente preparadas, ou seja, imantadas, de acordo com a tônica vibracional de quem as irá utilizar (médium e entidade), e conforme o objetivo a que se destinam.
São compostas de certo número de elementos (contas de cristal ou louça, búzios, Lágrimas de Nossa Senhora, dentes, palha da costa, etc.), distribuídos em um fio (de Aço, Náilon ou fibra vegetal), obedecendo a uma numerologia e uma cromologia adequada; ou ainda, de acordo com as determinações de uma entidade em particular.
As contas de louça lembram, por sua composição, a mistura de água e barro, material usado para criar o mundo e os homens, por isso são as mais usadas. 

Ser ou Estar Umbanda?

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SER Umbanda é muito diferente de ESTAR Umbanda. Meus filhos espirituais, aos quais oriento e ensino, sabem muito bem que este é um ponto que venho trabalhando há muito tempo dentro do meu Terreiro, pois acredito que só entendendo e, mais do que isso, sentindo essa diferença é que se pode sair da condição de médium e passar para a condição de Instrumento de Deus. Tentarei aqui reproduzir em poucas palavras alguns dos inúmeros ensinamentos  que já ouvi de Guias Espirituais para que possamos refletir e entender o que realmente é Ser Umbanda.

Pedir não é cobrar!

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Existe uma enorme diferença entre cobrar e pedir ajuda. A Umbanda é uma religião sem preconceitos, mas sofre pelo preconceito. E esse sofrimento se dá pela falta de respeito em todos os sentidos e, claro, a questão mais polêmica é a financeira. Vamos começar salientando que Umbanda é caridade que não se paga, é amor que não se mede e é dedicação que não se discute. Por isso a Umbanda ajuda, mas não cobra e pede, mas não exige. Mas o que mais acontece é que quando um dirigente fala em ajuda material tem consulente que já sente um arrepio e logo pensa: "Estava demorando! Eu sabia que essa coisa de umbanda é macumba mesmo! Imagina,estão querendo que eu pague suas contas!", e logo vai embora falando horrores do terreiro e da Umbanda. O problema é que este consulente esquece que o chão está limpo, que as luzes estão acesas, que há velas no altar, que ele é defumado, que existe um imóvel pelo qual se paga impostos, aluguel, contador, faxineira… Nossa, uma infinidade de coisas! E na próxima semana o Centro estará lá: novamente de portas abertas com o chão limpo, as luzes acesas, velas no altar…
Não se percebe que há necessidades básicas para se realizar um trabalho espiritual e que o consulente também tem o dever de colaborar e não de julgar, afinal de contas ele se aproveita também materialmente do local.  O entendimento de que a ajuda financeira também é obrigação da assistência, e não somente do corpo mediúnico, é necessário e deve ser encarado naturalmente sem nenhum tipo de constrangimento, tanto por parte dos dirigentes espirituais, que devem pedir, pois se não pedirem poucos colaboram, quanto por parte do corpo mediúnico e da assistência.
Observem: A igreja católica pede e incentiva o dízimo com agradecimentos públicos e visitas particulares  e ninguém fala mal o padre. Nos centros kardecistas as pessoas doam com muito orgulho casas, sítios, terrenos, etc. Os pastores desafiam os fiéis a "dar uma prova de fé" e as igrejas evangélicas estão aí, tornaram-se uma potência religiosa. Pessoas vendem milagres a preços exorbitantes e prometem rapidez no resultado do trabalho e esses são os bons aos olhos dos clientes, pois nestes casos não existe a Vontade de Deus, nem a religiosidade. Mal sabem os que pagam por isso que realmente conseguem o que querem por terem ativado forças negativas poderosíssimas que aceitam o pagamento, mas que cedo ou tarde se voltam contra o próprio "cliente".

 
Tudo muito natural, não? Para eles sim, mas para os dirigentes espirituais quando há a necessidade de pedir morrem de vergonha e são taxados de macumbeiros, trambiqueiros e caras de pau. Conclusão: o dirigente e os médiuns literalmente pagam para abrir as portas do Centro Umbandista, pagam para fazer a caridade e pagam para ajudar o assistido que é o maior beneficiado e também quem mais fala mal da nossa querida Umbanda tão maltratada e tão mal falada. Essa Umbanda que não cobra nada, mas necessita de tudo. Necessita de ajuda, amor, dedicação e principalmente de respeito.
A Umbanda precisa de ajuda, de pagamento não. A Umbanda pede, mas não cobra.
Axé a todos!

Haverá Tempo Previsto para a Educação do Médium?

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Tempo não há, pois a Mediunidade é trabalho para muitas reencarnações na existência do espírito, em verdade esta faculdade em suas mais variadas ramificações, esta presentes em todos os homens, todavia no sentido restrito da palavra é após o desabrochar na existência atual que o trabalho se efetiva com mais intensidade e a partir daí não deve mais parar ou estacionar, sob a possibilidade de um recomeço, muito mais árduo e penoso.



Sabemos que a faculdade estando presente em nós deve eclodir-se sozinha, mas isso não quer dizer que não possamos trabalhar no campo de modelação de nosso espírito, através das atividades evangelizadoras, na doação fraternal de atendimento à irmãos necessitados.



Identificados pelo sensitivo os sintomas que lhe caracterizam a faculdade mediúnica, a ele cumpre o dever de educá-la. Somente o sensitivo é capaz de qualificar-se nessa condição, nenhum sinal externo pode chamar a atenção do observador, a fim de apontar as pessoas que sejam possuidoras de mediunidade.

AS SETE REGRAS DE PARACELSO

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1. Melhorar a saúde.
Para tal há que respirar com a maior freqüência possível, de forma profunda e rítmica, enchendo bem os pulmões, ao ar livre ou assomado a uma janela. Beber diariamente dois litros de água, comer muitas frutas, mastigar os alimentos do modo mais perfeito possível, evitar o álcool, o tabaco e os medicamentos, a menos que estejas submetido a algum tratamento por alguma causa grave. Tomar banho diariamente, é um hábito que deves à tua própria dignidade.


2. Despego absoluto de teu ânimo, por mais motivos que existam, a toda idéia de pessimismo, rancor, ódio, tristeza, vingança e pobreza.

Fugir como se fosse da peste, de todas as pessoas maledicentes, viciosas, ruins, indolentes, invejosas, vaidosas ou vulgares e inferiores por natureza baixa de entendimento ou por tópicos sensualistas que formam a base de seus discursos ou ocupações. O cumprimento desta regra é de importância decisiva: trata-se de mudar a contextura espiritual da tua alma. É o único meio de mudar o teu destino, pois este depende de nossos atos e pensamentos. O azar não existe.

A Finalidade da Evolução

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I. PRINCÍPIOS GERAIS DO UNIVERSO
  • DEUS
  • Causa Primeira, Inteligência Suprema, Criador e Lei do Universo
  • PRINCÍPIO MATERIAL
  • Dá origem a todas as manifestações e formas da matéria e da energia, em todos os planos
  • PRINCÍPIO INTELIGENTE
  • Tudo o que não é Deus e Matéria. Princípio que orienta a evolução da matéria e do qual é individualizado o Espírito


II. OBJETIVOS DA CRIAÇÃO DO UNIVERSO
  • Deus criou o Universo por amor e para que suas criaturas evoluíssem até conseguir a verdadeira felicidade.
  • O objetivo maior do Universo, portanto, é a evolução.
  • A felicidade é um estado que se consegue apenas aprendendo a ser feliz, ou seja, não é algo que se forneça, entregue ou dê para alguém.
  • Portanto, a evolução é um processo de aprendizado de "como ser feliz".

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